INFORMAÇÕES DO MINISTERIO DA SAUDE DO BRASIL
Até o momento (18/5/09), foram confirmados oito casos da doença, nos estados do Rio de Janeiro (3), São Paulo (2), Minas Gerais (1), Rio Grande do Sul (1) e Santa Catarina (1). Para todos os casos, estão sendo realizados busca ativa e monitoramento de todas as pessoas que estabeleceram contato próximo com esses pacientes.
Os testes estão sendo realizados nos três laboratórios de referência do Ministério da Saúde: Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro; do Instituto Adolf Lutz, em São Paulo; e do Instituto Evandro Chagas, em Belém (PA).
. O Ministério da Saúde considera que não há evidências de sustentabilidade da transmissão de pessoa a pessoa do vírus A (H1N1), tendo em vista ter sido detectado somente dois casos de transmissão autóctone (dentro do território nacional), ambos com vínculo epidemiológico com o caso índice procedente do México. Desse modo, até o momento, os estados brasileiros com casos confirmados não devem ser considerados como áreas afetadas.
. Atualmente, dez países apresentam transmissão autóctone, mas apenas três de forma sustentada: Estados Unidos (4.714 casos), México (3.103) e Canadá (496). Os outros países com transmissão autóctone não sustentada são Reino Unido (56 casos), Espanha (30), Panamá (10), Alemanha (4), Bélgica (3), Brasil (2) e Itália (1).
São considerados CASOS SUSPEITOS:
a) Pessoa que apresentar febre alta de maneira repentina (acima de 38ºC) E tosse, podendo estar acompanhadas de algum dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, dificuldade respiratória; E ter apresentado sintomas até 10 dias após sair de países que reportaram
casos pela Influenza A (H1N1);
OU
b) Ter tido contato próximo*, nos últimos 10 dias, com uma pessoa classificada como caso suspeito de infecção humana pelo novo subtipo de Influenza A (H1N1).
* Para o Ministério da Saúde, contato próximo é a pessoa que cuida, convive ou teve contato direto com secreções respiratórias ou fluidos corporais de um caso suspeito.
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NÃO É RECOMENDADO que a população tome medicamentos por conta própria, pois a automedicação pode mascarar ou atenuar sintomas, além de provocar resistência ao medicamento específico para influenza. Se as pessoas sentirem alguns dos sintomas, devem procurar um serviço de saúde imediatamente.