Relatório de ontem revela que 69 países têm 21.940 casos confirmados, com 125 mortes. O Brasil completa 35 casos: São Paulo (15), Rio (8), Santa Catarina (5), Tocantins (3) Mato Grosso (2), Minas (1),e Rio Grande do Sul (1), felizmente não tivemos óbitos. Os Estados Unidos alcançam 11.054 casos, com 17 mortes.
Como prevíamos, tivemos novos casos de contaminação entre pessoas no Brasil, que não viajaram ao exterior ou tiveram contato com viajantes vindos de lá. E nova creche foi isolada: em Florianópolis: 1 aluna apresentou a doença. Tinha contato com outras 19 crianças, que estão em observação ou monitoramento, que não quer dizer isolamento. Isto não é o bastante: a transmissão da doença ocorre desde um dia antes de qualquer sintoma, até sete dias após; em crianças este tempo é aumentado para 10 dias, e mais ainda no caso de imunodeprimidos. Antes que se saber que esta criança estava doente ela teve contato com outras 19 crianças, que podem ter se contaminado. Durante o período de observação, sem isolamento, podem ter contaminado outras pessoas. E está feita a corrente da pandemia. Esta pergunta foi feita ao
inistér4io da Saúde. Veja a resposta”
Creche
Considerando que a A-H1N1é contagiosa desde um dia antes de qualquer sintoma, é oissível que várias crianças da creche se contaminaram e vão apresentar sintomas depois de contaminar outras pessoas: não seria prudente isolá-las? Carlos Leite – Belo Horizonte
Resposta: Carlos, Seria prudente mesmo isolar estas crianças. E isso foi feito, assim que o caso de Influenza A (H1N1) foi confirmado na creche. Todas as pessoas que tiveram contato direto com o paciente ficarão em monitoramento durante 10 dias, período que duro o ciclo da doença.
Por isto veja o blog ou a página que ensina a se proteger.
DIAGNÓSTICO
Atualmente o diagnóstico do novo vírus Influenza A/H1N1 é realizado através
do teste de Imunofluorescência indireta (IFI), seguido da reação em cadeia pela
polimerase (PCR), específica para este novo vírus, que permite caracterizar
casos altamente suspeitos, mas não definitivamente.
Testes comerciais rápidos para identificação do vírus Influenza A e B em
secreções respiratórios não permitem a confirmação diagnóstica do novo vírus
Influenza A/H1N1, portanto não devem ser utilizados para esta suspeita
diagnóstica.